Hipoplasia e traços de chumbo no esmalte dentário superficial: relato de 2 casos
DOI:
https://doi.org/10.46875/jmd.v10i2.284Palavras-chave:
Hipoplasia do esmalte dentário, Chumbo, DesmineralizaçãoResumo
A presença do chumbo na composição química do esmalte dentário pode gerar hipoplasias, aumentar o risco de desmineralização e cárie. A partir de um grupo original de 17 participantes, foram determinados e comparados os resultados de níveis prévios de chumbo no esmalte dentário superficial saudável e no esmalte afetado por hipoplasia em 2 casos. Foram realizadas microbiópsias ácidas in vivo de esmalte dentário superficial, analisadas por espectrometria de emissão óptica com plasma indutivamente acoplado (ICP OES) para determinação do fósforo (P) e espectrometria de absorção atômica de forno de grafite (GF AAS) para determinação do chumbo (Pb). Caso 1: O teor de P na solução ácida referente ao esmalte saudável foi 25.200 mgP/L ± 0.200 e na solução referente à hipoplasia foi 16.400 mgP/L ± 0.100. O nível de chumbo na área de esmalte saudável foi de 20.02 ppm e 18.04 ppm na área de hipoplasia. Caso 2: O teor de P na solução ácida referente ao esmalte saudável foi 35.800 mgP/L ± 0.300 e na solução referente à hipoplasia foi 2.720 mgP/L ± 0.030. O nível de chumbo na área de esmalte saudável foi de 4.37 ppm e 236.69 ppm na área de hipoplasia. Houve diferença estatisticamente significativa em relação ao teor de fósforo e profundidade da biópsia na comparação das médias entre os dois casos de hipoplasia e esmalte saudável do grupo de origem dos casos.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2021 Journal of Multidisciplinary Dentistry

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.