Implantes unitários curtos e extra-curtos na maxila como alternativa para enxertos ósseos: revisão de literatura e relato de casos clínicos com acompanhamento de 36 a 50 meses
DOI:
https://doi.org/10.46875/jmd.v10i2.276Palavras-chave:
Implantes dentários, Osseointegração, Regeneração ósseaResumo
Este trabalho teve como objetivo revisar a literatura e relatar dois casos clínicos realizados na região posterior da maxila com alturas ósseas limitadas utilizando implantes unitário curtos e extra-curtos como alternativas às cirurgias de enxerto para elevação do assoalho do seio maxilar e acompanhados por um período de 36 a 50 meses. O planejamento reabilitador contou com a instalação de implantes com macrogeometria híbrida, câmaras de cicatrização e superfície nanoativada para compensar a limitação de altura e baixa densidade óssea presentes na região posterior da maxila. As reabilitações protéticas unitárias foram realizadas através de carga precoce (90 dias após a instalação dos implantes) e não houve intercorrências cirúrgicas ou protéticas durante o período de acompanhamento. Dentro dos limites deste estudo pode-se concluir que os implantes curtos ou extra-curtos utilizados em casos unitários podem ser uma alternativa de tratamento mais simples, com menor morbidade cirúrgica e menor tempo global de tratamento quando comparados aos tratamentos realizados com reconstruções ósseas.
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