Utilização de implantes curtos em regiões de atrofia óssea: o estado da arte
DOI:
https://doi.org/10.46875/jmd.v11i2.783Palavras-chave:
Prótese dentária, Implantes dentários, OsseointegraçãoResumo
O tratamento de reabilitação oral por meio de implantes dentários está consagrado na literatura. Porém, ainda são muitos os desafios para a obtenção de estrutura óssea adequada utilizando-se procedimentos de enxertia de todo tipo, expansões ósseas e até manipulação de estruturas anatômicas para possibilitar a instalação de implantes com segurança. Os implantes curtos foram introduzidos como uma abordagem para simplificar a instalação de implantes em regiões onde a atrofia óssea impede a instalação de implantes convencionais. Foram incluídos no trabalho alguns artigos clássicos de autores renomados e os que julgamos mais relevantes obtidos na base de dados PubMed entre 1990 e 2020, sendo escolhidos inicialmente 60 artigos. Desses, apenas 29 foram selecionados para a revisão. Os artigos levaram em consideração aspectos como: comprimento, diâmetro e topografia da superfície do implante, colocação de implantes curtos em osso nativo versus implantes em ossos enxertado, forças oclusais e parafuncionais, tipos de próteses e proporção coroa/implante. Foram observadas as taxas de sobrevivência, taxas de sucesso e taxas de falhas dos implantes curtos em períodos de acompanhamento de 1 a 20 anos. Os resultados desses estudos mostraram que os implantes curtos são uma opção terapêutica viável e de grande aceitação pelos pacientes em regiões de atrofia óssea.
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