Diagnóstico diferencial entre disjunção e expansão segundo o estudo frontal de Ricketts
DOI:
https://doi.org/10.46875/jmd.v13i2.921Palavras-chave:
Má oclusão, Cefalometria, OrtodontiaResumo
A ortodontia permanece em constante evolução de técnicas e métodos de detecção de diagnóstico e tratamentos. Dentre as más oclusões existentes, a mordida cruzada e os arcos dentários atrésicos são situações corriqueiras na vida clínica de um cirurgião-dentista. Achados em estudos aponta uma variação entre 9.11% a 42.01%, tornando a mordida cruzada posterior a mais prevalente das más oclusões. A tomada de decisão entre disjuntar ou expandir para a correção da mordida cruzada posterior está restrita à observação clínica da curva de Monson, seja ela positiva, indicando a necessidade de disjunção palatina; ou negativa, indicando a necessidade de expansão dento-alveolar, e as medidas intercaninas e intermolares. Ricketts, porém, acrescenta a importância do estudo das bases ósseas no sentido transversal a partir da telerradiografia póstero-anterior, onde é possível diagnosticar de forma mais precisa se o problema transversal é de natureza esquelética, dentária ou uma combinação de ambas as situações. Por isso, o presente trabalho tem como objetivo apresentar o método de diagnóstico diferencial entre a disjunção e expansão nas más oclusões de mordidas cruzadas posteriores, segundo a cefalometria frontal de Ricketts.
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