Tratamento para Classe III com buccal shelf
DOI:
https://doi.org/10.46875/jmd.v15i3.1421Palavras-chave:
Implantes dentários, Má oclusão Classe III de Angle, MandíbulaResumo
Classe III é classificada como cúspide mésio-vestibular do primeiro molar superior oclui no sulco disto-vestibular do primeiro molar inferior. A má oclusão de Classe III e o prognatismo mandibular foram relacionados como sendo sinônimos, podendo estar relacionadas a diferentes posições esqueléticas e dentárias. O diagnóstico da Classe III deve ser feito levando-se em conta os achados cefalométricos para fornecer informações sobre os componentes esqueléticos e dentários e análise facial. Durante muito tempo os ortodontistas evitaram o tratamento precoce da Classe III por acreditarem que fosse causada, primária e principalmente, por um crescimento excessivo da mandíbula, o que levava o tratamento cirúrgico inevitável na maioria dos casos. O uso dos mini-implantes tem se tornado aliado dos ortodontistas que buscam corrigir a Classe III em pacientes que não querem realizar cirurgia ortognática, se ministrados de maneira correta os mini-implantes extra-alveolares desempenham um importantíssimo papel na ancoragem esquelética em relação ao tratamento compensatório de Classe III, já que o auxílio dado pela técnica em si, baseia-se na ancoragem durante a vestibularização dos dentes superiores e principalmente os inferiores, impossibilitando que haja movimentos bruscos de lingualização, podendo assim evitar cirurgias em pacientes adultos com perfis pouco comprometidos pela má oclusão.
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